Cantava aquele gajo
que não ouço nem viajo
que ele doesn't wantted to stay here
e que he wanted to go back to bahia
e , juro, eu não entendia!
Mas agora, neste dia
Eu relembro e compreendo
a bahia tem seus charmes
comida, bares, e lugares
e tem, também, aquela planta
que, aqui, muita gente até se espanta
porque não viu, jamais, na frente.
(mas, quem viu fica contente ;))
Mostrando postagens com marcador cigarrinhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cigarrinhos. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Entra alto , sai por baixo
Sempre por cima
sempre legal
entrando ao quarto
parece um anormal
se dobra as costas
raquiticas feridas
coça as bolotas
na perna toda mordida
te vejo até o fim
no espelho deste fim
que me leva ao nosso fim
que triste fim é o fim.
Marcadores:
chocolate,
cigarrinhos,
Sempre Alerta,
universo,
versinho,
verso,
vida
terça-feira, 23 de junho de 2009
Apesar de longe....
Apesar de longe
tomara que nao veja vocês
pequenas e cruéis
que fiquem aqui no sul
vou para o nordeste
vinte dias, céu azul
sem minha linda, oque é ruim
mas sem as pulgas, há de ser!
mesmo longe eu nao sinto
saudades de vocês
suas pulgas que incomodam
avermelham e fazem doer.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Cinquentinha
Se eu tinha ou não tinha
não importa, era minha
mas não era inteirinha
era apenas metadinha
Marcadores:
cigarrinhos,
versinho
domingo, 17 de maio de 2009
Domingo da Janela

Uma vez tinha um casal
na casa do arabe turco infernal
lá no centro, movimento
que ficava na janela.
O casal dos velhos
ele, velho, junto com ela
ficava na janela.
Sexta a noite, sabadeira
segunda a sexta-feira
eles ficavam na janela.
vendo a vida vir e voltar
vendo a vida passear
vendo a vida indo e vindo
Mas hoje é domingo
Ta um frio, e sol tinindo
que alegria, que feliz
Eu na janela, sempre quis
descer à vista, aproveitar.
Bom,
já que eu ainda não vou casar,
Vou descer para brincar
no sol.
enquanto aqui no quarto
elas ficam na janela
parecendo o velho e a velha
que me olham o meu passo
demonstrando tanto asco
e fome.
Visitas vítimas avistadas
Entre um e outro dia
da tranquila convivência
recebo meus amigos
para uma celebração
da música à agricultura
nos fazemos discursores
na cerveja a amargura
afogada bebe também
Entre uma e outra pauta
E a guitarra dedilhada
no teclado de amadores
nível medio
surgiram os temores
da coceira mais pequena
ao inchaço menos sutil
Começam as grandes dores
e as bolhas de ardor
da mordida microbiótica
mutante transversal
que trouxemos da sua casa
árabe turco infernal.
Marcadores:
alcool,
alegria,
cama,
cerveja,
cigarrinhos,
video-game
sábado, 11 de abril de 2009
Sobre o deleite da bebedeira
sem os traços aterradores
da nossa natureza
somos meros criadores
de realidades planas
e vizões um tanto vis
sem o meu profundo amor
eu nao posso ser feliz
e nao faça meu momento
de dor ou sofrimento
da dona pulga o alimento
me faz feliz por dentro
doi, doi.
coça, a mais
separa o boi
me fazes sinais
de leves visoes
ou belos amores
um dia a mais
pra coçar as dores
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Apenas mais um ano
Levemente absorvido em pensamentos
de lembranças infantis à demonios desatentos
te circundam e te falam no ouvido
te destroem e te dizem que é ruim.
Mais um ano nesse mundo
não que seja alegria
mas também nao deveria
ser infeliz
ah, não deveria...
Só porque todos são loucos
padronizar? tudo bem.
se tu foges do padrão
não és tão pouco
nem além.
Apenas seja.
E agradeça
Por ainda teres sangue
pra alimentar as pulgas
porque esta é a certeza
mesmo
que na tua vida tão reclusa
alguém depende de você
A certeza da beleza
que o Humano ainda tem
e também há malvadeza
(escondida internamente)
mas existe pro teu bem
Esta inflamação no teu braço
bolinha vermelha de mordida
é exemplo do entrelaço
entre tua e minha vida:
"Sois estrangeiros, sois nativos
sois idôneos, alemões
sois africanos altos, baixos
sois ricos ou ladrões
mas qualquer um dos você
têm um ponto comum:
O teu sangue é um banquete
às pulgas, um a um."
Marcadores:
aniversário,
arte,
cartas,
cigarrinhos,
festa,
parabens,
poema,
versinho
domingo, 5 de abril de 2009
Veneno
Belo líquido espirrado
spray moderno recém comprado
salve-me aqui desta agonia
levando à morte minhas amigas
queridas pulgas, agora eu choro
não as vejo, imagino
"não me mate, eu imploro"
e penso comigo
CHUPEM MEU VENENO MALIGNO!
quem sabe assim pára?
voltarei a sentir-me sozinho.
solidão me dá asco...
pensando assim
vou jogar fora este frasco.
Assinar:
Postagens (Atom)